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Especialista alerta para perigos do caramujo africano e ensina como se proteger

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Embora muitos caramujos sejam inofensivos e até benéficos para o meio ambiente, o caramujo africano (Achatina fulica) representa um grande risco à saúde pública. De acordo com o biólogo Fabiano Soares, entrevistado pelo portal Metrópoles, essa espécie invasora pode transmitir doenças graves, como a meningite eosinofílica, causada pelo parasita Angiostrongylus cantonensis. A infecção acontece pelo contato com o muco ou as fezes do animal.

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O especialista destaca que, em casos de infestação, é fundamental acionar o centro de zoonoses da cidade, pois o controle deve ser feito com rigor. O caramujo africano é facilmente identificado por sua concha grande, em forma de cone, com listras nas cores marrom e bege, podendo ultrapassar 10 centímetros de comprimento. Ele costuma aparecer à noite ou após chuvas, e sua reprodução é rápida.

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Para controlar a presença desse molusco, a recomendação é fazer a coleta manual com o uso de luvas grossas e sacos plásticos resistentes. É necessário também recolher os ovos, que se parecem com pequenas esferas esbranquiçadas. A eliminação dos caramujos deve ser feita com uma mistura de água e cal virgem ou água sanitária, em partes iguais, seguida de descarte apropriado conforme orientação das autoridades sanitárias.

A prevenção passa por manter o ambiente limpo e bem cuidado. Jardins devem ser podados regularmente, com remoção de folhas e entulhos, evitando locais úmidos que sirvam de abrigo. Canteiros elevados e barreiras físicas, como faixas secas ou cascas de pinus, dificultam o acesso dos caramujos.

Soares alerta ainda para práticas que devem ser evitadas, como o uso de sal no solo, que danifica a vegetação, e receitas caseiras com venenos, que podem causar danos ambientais. Esmagar os caramujos também não é indicado, pois pode liberar parasitas perigosos.

Por fim, o biólogo lembra que há espécies nativas, como os caramujos do gênero Megalobulimus, que não oferecem risco e devem ser preservadas. Em caso de dúvida quanto à identificação do animal, o ideal é buscar orientação dos órgãos de saúde pública.

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