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Mulher tem dedos das mãos e dos pés amputados após infecção por cálculo renal: ‘Eu estava à beira da morte’

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Sobrevivente de choque séptico ganha próteses realistas após amputações (Foto: Instagram)

Aos 48 anos, a ex-assistente de ensino Louise Marshallsay, do País de Gales, começou a sentir em julho de 2022 dores agudas na lateral do corpo, semelhantes às provocadas por um cálculo renal que precisara remover cirurgicamente três anos antes. No hospital, os médicos confirmaram a presença de uma pequena pedra e a liberaram, pois a maioria dos casos evolui com eliminação natural.

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Na mesma noite, Louise ficou tonta, alternou consciência e inconsciência, e, em poucas horas, as mãos e os pés tornaram-se negros e arroxeados. Socorrida às pressas, ela desmaiou na entrada do pronto-socorro. Quatro dias depois, acordou e descobriu que havia entrado em choque séptico, a fase mais grave da sepse.

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A sepse, conforme define a Mayo Clinic, é uma resposta inadequada do corpo a uma infecção. No choque séptico, a pressão arterial despenca, comprometendo pulmões, rins e outros órgãos. Para proteger as funções vitais de Louise, os médicos restringiram o fluxo sanguíneo, o que causou necrose nos tecidos das extremidades e tornou inevitável a amputação.

Em outubro de 2022, ela teve todos os dedos das mãos e dos pés — salvo os polegares — removidos. “Fiquei horrorizada ao ver cada dedo sendo retirado; foi como algo de um filme de terror”, contou a paciente. Quando as bandagens foram removidas, ela se deparou com pontas inchadas, roxas e costuradas, sentindo intensa dor e choque.

Após a alta, Louise passou a morar com os pais e foi encaminhada ao laboratório de próteses do setor bucomaxilofacial do Morriston Hospital.
Em 11 meses, a equipe esculpiu cada dedo em cera, definiu unhas e veias, e usou moldes para criar próteses de silicone ajustadas ao seu tom de pele. “Quando as vi, não pude acreditar: ficaram idênticas, com veias sutis e linhas das juntas. Fiquei emocionada”, disse.

Hoje, Louise adaptou-se à nova realidade com as próteses e compartilha seu “milagre”. “Jamais esquecerei que estive à beira da morte. Sou imensamente grata por estar viva e espero que agora tudo só melhore”, concluiu.

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