
Aurora boreal ilumina céu nevado em região de alta latitude (Foto: Instagram)
Após um fim de semana de intensa atividade solar, auroras podem ser vistas novamente na noite de 12 de janeiro, pois a Terra ainda sente o efeito das perturbações espaciais recentes.
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O fenômeno ocorre quando partículas carregadas do Sol colidem com gases na atmosfera terrestre, gerando as luzes. Nos últimos dias, uma ejeção de massa coronal “canibal” — fusão de erupções solares — atingiu a Terra, provocando uma forte tempestade geomagnética.
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Segundo o U.K. Met Office, condições geomagnéticas instáveis devem persistir até quarta-feira, 14 de janeiro, devido ao vento solar rápido oriundo de um buraco coronal no Sol. Ventos solares elevados e turbulência magnética residual devem continuar na madrugada de 13 para 14 de janeiro.
As auroras serão mais visíveis em regiões de alta latitude, incluindo Alasca, estados do norte dos EUA como Washington, Montana, Dakota do Norte, Minnesota e Maine. Quanto mais ao norte, maiores as chances de observação.
Para contemplar o espetáculo, afaste-se da poluição luminosa e procure um ponto com horizonte norte livre de obstáculos. Aguarde ao menos 30 minutos para que seus olhos se adaptem ao escuro, pois o brilho inicial pode ser sutil e intensificar-se de repente.
Não é preciso equipamento especial: muitos smartphones possuem “modo noite” para registrar as luzes. Quem tiver DSLR ou câmera mirrorless deve usar tripé e ajuste manual de exposição para capturar melhor as cores e movimentos.

