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Pai se pronuncia após filha de 3 anos ser supostamente mordida em creche; local alega que disputa foi por brinquedo durante brincadeira supervisionada

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Creche dos EUA sob investigação após mordida em criança de 3 anos (Foto: Instagram)

Um pai da Geórgia relatou que sua filha de três anos foi atacada e sofreu uma mordida humana no rosto enquanto estava na Sunshine House Early Learning Center, em Stockbridge. Ralph Culpepper afirma que nenhum adulto presente percebeu a agressão e que só tomou conhecimento do incidente após buscar explicações junto à equipe da creche.

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No dia 18 de novembro, segundo Culpepper ao veículo WSB, a menina foi encontrada com marcas de mordida no ombro e hematomas embaixo do olho direito. Também havia arranhões no nariz, na pálpebra esquerda e na borda do lábio, região onde a pele chegou a se romper e sangrar. O pediatra da criança confirmou as lesões como resultado de um ataque por outro aluno.

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A Gerência de Cuidado Infantil da Geórgia (Georgia Department of Early Care and Learning) foi informada em 19 de novembro e comprovou a denúncia após investigação interna. O relatório oficial apontou que as normas mínimas de supervisão não foram cumpridas: enquanto um garoto de quatro anos ficou sem vigilância por cerca de cinco minutos, sua colega sofria a agressão sem que educadores reparassem.

Em nota, a Sunshine House afirmou levar “todas as questões de segurança infantil muito a sério” e esclareceu que o episódio teria ocorrido durante o período de brincadeira livre, com a disputa de um brinquedo entre duas crianças de três anos. A instituição, em funcionamento há 50 anos, destaca em seu site a presença de câmeras nas salas e atualizações de fotos e vídeos via aplicativo para os pais.

Apesar das declarações, o Departamento de Polícia de Stockbridge disse não encontrar registro de ocorrência sobre o fato. Culpepper também relatou que teve dificuldade para obter acesso às gravações de vigilância e precisou recorrer ao corpo diretivo da rede e às autoridades estaduais para visualizar as imagens. “Queriam apresentar como um simples trombo ou disputa de brinquedo, mas vimos as lesões: múltiplos arranhões, hematomas e sangramento”, disse o pai.

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