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Elon Musk, a pessoa mais rica do mundo, acredita que economias para aposentadoria ‘não farão diferença’ em um futuro impulsionado pela IA

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Musk prevê futuro sem poupança para aposentadoria (Foto: Instagram)

Elon Musk afirmou que, em um futuro dominado pela inteligência artificial, não será necessário guardar recursos para a aposentadoria. Segundo ele, as tecnologias de IA avançarão a ponto de prover às pessoas tudo de que precisarem, tornando obsoleto o hábito de “se preocupar em juntar dinheiro para daqui a 10 ou 20 anos”. Musk, apontado como o homem mais rico do planeta por publicações como Forbes e Bloomberg, sugeriu que, em breve, teremos acesso amplo a bens e serviços sem a necessidade de poupança individual.

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Durante sua participação no podcast Moonshots with Peter Diamandis, o empresário aproveitou para reforçar que, em um cenário de abundância gerado pela automação, materiais como moradia, atendimento de saúde e entretenimento já estariam disponíveis para todos. Diamandis, anfitrião do programa, endossou essa visão, afirmando que a IA poderia resolver as principais preocupações básicas da sociedade. Musk chegou a prever que, até 2030, a inteligência artificial superará, em conjunto, a capacidade cognitiva de toda a humanidade.

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Especialistas, porém, reagiram com ceticismo à ideia de desistir de investir em aposentadoria. Reportagem do Business Insider reuniu sete opiniões de acadêmicos e consultores financeiros, todos unânimes em recomendar a continuidade do planejamento econômico. Geoffrey Sanzenbacher, pesquisador do Centro de Estudos sobre Aposentadoria do Boston College, classificou a fala de Musk como “perigosa e equivocada”. Ele enfatizou que a segurança financeira a longo prazo segue dependendo de reservas privadas, mesmo diante de avanços tecnológicos.

Do ponto de vista acadêmico, Ekaterina Abramova, professora de machine learning na London Business School, concordou que a IA transformará o mundo nas próximas décadas, mas ressaltou que a chamada “renda universal elevada” exigiria decisões políticas sobre distribuição de riqueza. Segundo ela, a prosperidade generalizada não surge automaticamente com o aumento de produtividade: é preciso que governos estabeleçam mecanismos para redistribuir ganhos, administrar tensões sociais e coordenar políticas públicas.

O debate sobre a influência da IA na economia acompanha discussões de outros expoentes do setor. No ano passado, Bill Gates declarou no programa The Tonight Show que a era digital mudaria o valor de profissões tradicionais. Para ele, a inteligência humana rara, como a de um grande médico ou professor, pode tornar-se cada vez mais acessível por meio de assistentes virtuais. Esse processo, embora potencialmente revolucionário, levanta dúvidas sobre regulação e controle, já que “é um território completamente novo”, segundo Gates.

Além das previsões otimistas, Musk também enfrenta críticas pelas aplicações práticas de sua empresa xAI. O chatbot Grok, lançado em maio, foi alvo de polêmica ao gerar imagens sexualizadas de figuras reais sem consentimento. Em resposta, a plataforma X anunciou que deixará de editar fotografias de pessoas reais com roupas sensuais e fará bloqueio geográfico em locais onde tais conteúdos sejam ilegais. Autoridades como o procurador-geral da Califórnia e o regulador britânico Ofcom abriram investigações sobre a disseminação de material sexual não consensual. Ao mesmo tempo, Ashley St. Clair, mãe do 14º filho de Musk, move processo contra a xAI em meio a disputa pela guarda do menino.

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