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Mulher constrói casa multigeracional de 5.000 pés quadrados apesar de muitos avisos (Exclusivo)

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Interior do rancho de 5.000 pés² que une três gerações em Medford, Oregon (Foto: Instagram)

Ao se mudarem de San Diego para Medford, no Oregon, em 2022, Ana Ochoa e o marido enxergaram a oportunidade de construir um espaço capaz de abrigar gerações diferentes sob o mesmo teto. Ambos tiveram a possibilidade de trabalhar remotamente e optaram por sair do ritmo intenso da Califórnia em busca de um estilo de vida mais tranquilo e com custos mais baixos. A mãe de dois filhos já visitara a região diversas vezes, onde seus pais moravam desde 2017, e ficou encantada com a ideia de juntar sua própria família à dos pais.

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O resultado foi uma construção em estilo rancho de aproximadamente 5.000 pés quadrados, divididos em duas metades independentes, unidas por um corredor longo com porta principal de separação. O espaço principal, dedicado a Ana, ao marido e aos filhos, ocupa cerca de 3.200 pés quadrados, inclui três dormitórios, três banheiros completos e uma sala que funciona como escritório ou quarto extra. A ala dos pais soma 1.800 pés quadrados com suíte principal, banheiro social de 0,5 e outro cômodo conversível em dormitório. Cada imóvel tem suas próprias entradas para frente, fundos e garagem, garantindo privacidade mesmo na convivência próxima.

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Morando lado a lado, as famílias aproveitam um sistema de suporte extra: a presença dos avós garante cuidado constante às crianças enquanto Ana e o marido trabalham. O acesso imediato aos responsáveis reduz a necessidade de buscar assistência externa e fortalece o vínculo entre as gerações. Para Ochoa, 36 anos, a experiência supera as recomendações inicializadas de amigos e especialistas, que desencorajavam tal projeto. “Eles diziam para não fazermos isso, mas hoje vejo que foi uma das melhores escolhas que tomamos”, comenta a mãe.

A rotina cotidiana é gerida de forma colaborativa, valorizando as habilidades e preferências de cada um. O pai e o sogro revezam-se na preparação das refeições, proporcionando jantares em conjunto três a quatro vezes por semana. Enquanto o marido cuida das finanças e Ochoa assume o design de interiores e pequenas reformas, o pai se encarrega da manutenção geral da casa, e a mãe-zela pelo paisagismo de cinco acres de terreno, transformando-os em um verdadeiro jardim. Essa divisão de tarefas mantém o lar em ordem e reforça o espírito de equipe.

Apesar das vantagens, a empreendedora alerta que morar em casa multigeracional demanda autoconhecimento familiar e disposição para dialogar. A convivência diária exige respeito aos limites individuais e cuidado extra com a privacidade, evitando conflitos. “Temos conversas constantes para garantir que cada um se sinta confortável com seus espaços”, explica. Para famílias que consideram seguir o mesmo modelo, ela recomenda avaliar expectativas, estilo de vida e grau de proximidade antes de assumir esse compromisso.

Para Ochoa, a combinação de proximidade afetiva, apoio mútuo e independência atinge um equilíbrio raro. “Essa fase em que filhos e avós estão bem de saúde, unidos em um só lugar, é única e preciosa. O amor e a segurança superam qualquer desafio”, conclui. A construção de 5.000 pés quadrados prova que, com planejamento e boa comunicação, a vida em três gerações pode ser sinônimo de bem-estar e união inestimáveis.

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