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Novos detalhes sobre o descarrilamento de trem em alta velocidade enquanto o número de mortos chega a 39

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Imagem aérea dos trilhos com vagões destruídos após a colisão de dois trens de alta velocidade na Andaluzia. (Foto: Instagram)

O trágico acidente envolvendo dois trens de alta velocidade em Andaluzia, sul da Espanha, deixou 39 vítimas confirmadas até o momento. Na noite de domingo, 18 de janeiro, por volta das 19h45, um trem da operadora Iryo, que seguia de Málaga para Madri, descarrilou e colidiu frontalmente com um trem Renfe Alvia que tinha destino a Huelva. Vários vagões do trem Alvia caíram em um barranco de cerca de quatro metros logo após o impacto, resultando na morte de seu maquinista e em destruição severa dos primeiros carros.

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De acordo com dados da Guarda Civil e dos serviços de emergência da Andaluzia, 48 pessoas estão hospitalizadas e 12 delas seguem em estado crítico na unidade de terapia intensiva. Ao todo, 484 passageiros foram afetados pelo choque. O presidente da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno, afirmou que o “número de mortos não vai permanecer em 39” e que o uso de maquinário pesado, como guindastes, está previsto para erguer os vagões mais danificados a partir do início da tarde de segunda-feira.

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Equipes da Guarda Civil instaladas em diversos pontos do país auxilia­ram familiares na identificação de vítimas, colhendo tatuagens, cicatrizes e fotografias recentes. Ainda não há um parecer oficial sobre o que motivou o choque nem a que velocidades os trens trafegavam no momento do acidente. “Quando observamos essa massa de ferros torcidos aqui no local, percebemos a violência da batida”, disse Moreno. Segundo ele, passageiros foram “arremessados por janelas” e alguns corpos foram encontrados a centenas de metros de distância.

O ministro de Transportes e Mobilidade Sustentável, Óscar Puente, classificou o episódio como “um acidente muito estranho” em entrevista concedida na estação de Atocha. Ele ressaltou que o trecho de via onde ocorreu a colisão era retilíneo e havia passado por reforma em maio do ano anterior. O trem da Iryo, fabricado em 2022, havia sido inspecionado e aprovado em janeiro de 2025, sem apontar irregularidades.

Álvaro Fernández de Heredia, presidente da Renfe, descartou a hipótese de erro humano como causa do desastre. Ele explicou que os sistemas de controle dos trens possuem mecanismos automáticos para corrigir decisões incorretas adotadas pelo condutor, reforçando o caráter seguro do modal ferroviário. O choque derrubou a parte traseira do trem Iryo sobre a dianteira do trem Alvia, causando a queda dos dois primeiros vagões em um desnível de aproximadamente quatro metros e concentrando os danos na frente do trem Renfe.

Em tom de solidariedade, Juanma Moreno enviou condolências às famílias enlutadas e destacou a importância de manter a confiança no transporte ferroviário. Ele afirmou que, conforme a comissão da Agência Nacional de Segurança Ferroviária avançar na investigação, será possível identificar as causas do sinistro e adotar medidas para evitar novas tragédias. “Agora é fundamental que os feridos se recuperem e que os corpos sejam identificados para que as famílias recebam as notícias o quanto antes”, completou.

PEOPLE entrou em contato com a Renfe Alvia e a Iryo em busca de mais informações e aguarda retorno para possíveis esclarecimentos adicionais.

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