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Pelo menos 21 mortos e dezenas de feridos após descarrilamento de trem de alta velocidade e colisão com outro

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Equipes da Cruz Vermelha prestam apoio a passageiros feridos após descarrilamento de trem em Córdoba. (Foto: Instagram)

Pelo menos 21 pessoas perderam a vida e dezenas ficaram feridas depois que um trem de alta velocidade descarrilou na região de Córdoba, no sul da Espanha, e invadiu a linha contrária, colidindo frontalmente com outra composição. O acidente ocorreu em um trecho de via plana e renovada em maio de 2025, intensificando a surpresa das autoridades diante da gravidade do impacto e das circunstâncias do incidente.

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A composição seguia na rota entre Málaga e Madri, transportando mais de 300 passageiros, quando, por volta das 19h45 (horário local) de domingo, 18 de janeiro, saiu dos trilhos. Imediatamente, se chocou contra um trem da Renfe que partira de Madri com destino a Huelva, levando cerca de 200 pessoas a bordo, segundo confirmou o administrador público da rede ferroviária, ADIF.

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Autoridades de resgate informaram que todos os sobreviventes foram retirados das composições pouco depois da meia-noite de segunda-feira, 19 de janeiro, mas alertaram que o número total de vítimas pode aumentar à medida que forem identificados corpos em meio aos destroços. O ministro dos Transportes da Espanha, Óscar Puente, reiterou que o trabalho de busca e remoção foi concluído, mas ainda pendem processos de identificação das vítimas. O governo regional da Andaluzia, por sua vez, reportou ao menos 73 feridos, muitos em estado grave, conforme declarou o titular da Saúde, Antonio Sanz.

O trecho afetado pelas batidas havia sido submetido a intervenções de manutenção recentemente, e os trilhos não apresentam curvas ou ladeiras acentuadas. Isso reforça o mistério sobre as causas do acidente, que têm sido objeto de inquérito oficial. O trem descarrilado pertence à Iryo, empresa privada que opera trens de alta velocidade desde 2021, enquanto o segundo serviço envolvido é operado pela estatal Renfe.

Durante a colisão, a parte traseira da composição da Iryo saltou da via e atingiu a dianteira da Renfe, resultando no descarrilamento dos dois primeiros vagões e na queda destes por um declive de cerca de quatro metros. A seção frontal do trem público sofreu os danos mais severos, deformando completamente a estrutura metálica de vários carros.

Em mensagem publicada em sua conta oficial no X, Puente afirmou que “o impacto foi terrível” e ressaltou que, no momento, a prioridade das equipes de emergência é prestar atendimento às vítimas. Ele também estimou que a investigação para apurar as causas poderá durar até um mês, levando em conta a complexidade da colisão e o estado das composições.

A Iryo emitiu nota de pesar, informando que ativou imediatamente seus protocolos de emergência e está colaborando com autoridades regionais e nacionais nas operações de socorro. Segundo o chefe dos bombeiros de Córdoba, Francisco Carmona, quatro vagões foram arrancados dos trilhos, e a área de difícil acesso complicou os trabalhos iniciais de salvamento. “Temos uma noite muito difícil à frente”, declarou o secretário regional Antonio Sanz.

Testemunhas citam que passageiros usaram martelos de emergência para quebrar vidros e escapar; moradores locais, ao saber do ocorrido, levaram cobertores, água e mantimentos para apoiar as equipes de resgate e acalmar feridos. Por causa do acidente, a circulação de trens entre Madri e Andaluzia ficou suspensa na manhã seguinte. Segundo o jornal The New York Times, a Espanha possui a segunda maior extensão de malha ferroviária de alta velocidade no mundo, superada apenas pela China.

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