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Tara Cochran pede à filha Evy, de 5 anos, para ‘ligar os ouvidos’ e conversa sobre racismo (Exclusivo)

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Mãe usa Dia de MLK para ensinar filha de 5 anos sobre racismo (Foto: Instagram)

Tara Cochran aproveitou o Dia de Martin Luther King Jr. para sentar com a filha de 5 anos, Evy, e discutir de forma simples o que é racismo. Em um vídeo que viralizou, ela solicita que Evy “ligue os ouvidos de escuta” antes de iniciar uma explicação que considera urgente para crianças pequenas.

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Enquanto muitos veem o MLK Day como folga, Cochran o transformou em oportunidade de lição de vida. No dia 19 de janeiro, a criadora de conteúdo de Michigan sentou-se diante da menina e apresentou, em termos acessíveis, o conceito de tratarmos alguém diferente por causa da cor da pele. A cena, registrada e compartilhada pela própria Tara Cochran, ultrapassou 120 mil visualizações.

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“Racismo, ou ser racista, é tratar alguém de modo diferente por causa da cor da pele”, explica a mãe, em meio a fotos de Martin Luther King Jr., descrevendo-o como ativista dos direitos civis. Em seguida, aprofunda: “Há 60 anos, quem tinha pele mais escura não podia entrar em certos restaurantes nem sentar na frente do ônibus. Havia avisos que diziam ‘Somente pessoas brancas’.”

Evy solta de imediato: “Isso não é legal.” A reação espontânea da menina confirmou a Tara Cochran a relevância de expor temas históricos em casa. Ela ressalta que, embora esses episódios remontem ao século XX, suas consequências e estruturas de desigualdade seguem vivas entre nós.

Para tornar a conversa apropriada ao nível cognitivo de Evy, a influenciadora prioriza a honestidade com linguagem simples. “Falo que, por dentro, todos somos iguais, mas há quem seja tratado melhor ou pior por causa da aparência”, diz Cochran.

Ela também faz perguntas de associação, como “Você conhece alguém com a pele mais escura?”, para trazer o assunto ao universo da filha. “Evy é muito empática e intuitiva. Não me surpreendeu quando ela declarou não acreditar em desigualdade por cor de pele. Me impressionou ter essa maturidade aos 5 anos.”

Tara Cochran compara o papel dos pais ao de arquitetos humanos: é preciso assentar alicerces sólidos. Citando Dr. King, ela lembra que “injustiça em qualquer lugar é ameaça à justiça em todo lugar” — um princípio que quer incutir em Evy desde cedo. A urgência se intensifica ao ver relatos de crianças que sofrem preconceito na escola.

Por fim, Cochran afirma que compartilhar o vídeo ajuda outros responsáveis a enfrentarem temas semelhantes. “Basta sentar, usar imagens reais, fazer perguntas simples e falar com clareza. Surpreender-se-ão com a capacidade dos pequenos de entender igualdade. Se uma menina de 5 anos já percebe a injustiça, nós, adultos, também podemos agir melhor.”

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