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Eva Lu Damianos Surpreende Cuidadores ao Pintá-los; Enfermeira Diane Dudek Chama de Presente Raro de Paciente

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Aos 90 anos, Eva Lu Damianos pinta retratos em aquarela dos profissionais que a cuidaram durante a recuperação (Foto: Instagram)

Eva Lu Damianos, moradora da comunidade Longwood at Oakmont, sofreu uma queda em junho e quebrou a perna, passando 10 semanas sem conseguir apoiar o pé no chão. Aos 90 anos, a artista — casada há quase 70 anos com o pintor e arquiteto Sylvester — viu na pintura o meio ideal para agradecer a todos que a ajudaram durante a recuperação. Ainda convalescente, ela fotografou os 18 profissionais que a atenderam para, depois, retratá-los em aquarela.

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Segundo Diane Dudek, supervisora de enfermagem, é raro um paciente oferecer um gesto tão significativo. Dudek conta que, na Hanna Healthcare Center, onde Damianos ficou internada, nem sempre os cuidadores recebem uma palavra de agradecimento, e um retrato tão pessoal virou algo inesquecível para toda a equipe.

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Formada em belas-artes pela Carnegie Tech — hoje Carnegie Mellon University — Eva Lu Damianos expôs em diversas mostras, incluindo uma individual no Carnegie Museum of Art e outra de joias em Nova Iorque. Retirada do circuito de galerias, ela agora dedica-se ao aquarelismo em casa, ao lado de Sylvester, e sentia muita falta de pintar durante a imobilização.

Durante a internação, Damianos ficou hospedada no Hanna Healthcare Center, que faz parte do campus de Longwood at Oakmont em Plum, Pensilvânia. Sem poder carregar a caixa de tintas nem dispor de uma bancada apropriada, ela passou a fotografar doentes e cuidadores, planejando cada traço até ter liberdade de volta ao ateliê no lar.

Ao receber alta, não perdeu tempo e finalizou as 18 aquarelas “rapidamente”, conforme o próprio ritmo do revezamento de profissionais. Alguns permaneceram em sua ala apenas cinco dias; outros não retornaram. “Queria capturar o brilho no olhar de cada um antes que partissem”, diz ela, orgulhosa do resultado.

As obras foram exibidas em reunião na própria Longwood at Oakmont no fim de dezembro, e cada cuidador levou seu retrato para casa. “Nunca imaginei que iria ganhar algo assim de um paciente”, emociona-se Dudek. Para Damianos, pintar foi também parte da cura: “Quando você está criando, esquece as dores. Pintar me fez bem tanto quanto a terapia.”

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