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Caitlin Wright: mãe passa cinco anos de infertilidade e fica ‘absolutamente chocada’ ao engravidar naturalmente

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Caitlin Wright atende ao telefone segurando vários testes de gravidez e expressa surpresa com o resultado positivo. (Foto: Instagram)

Caitlin Wright conta que, depois de enfrentar cinco anos de tentativas sem sucesso, ela e o marido decidiram iniciar o planejamento familiar em 2020. Após seis meses tentando engravidar de modo espontâneo, exames de sangue apontaram níveis hormonais fora do padrão e levaram ao diagnóstico de reserva ovariana diminuída. Mesmo após quatro inseminações intrauterinas (IUI) em uma clínica, o casal mudou de especialista, realizou mais duas IUI e uma coleta de óvulos que resultou em transferência de embrião — e, enfim, em gestação.

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Em termos técnicos, reserva ovariana diminuída indica que a quantidade ou a qualidade dos óvulos disponíveis está abaixo do esperado para a idade da mulher. A inseminação intrauterina (IUI) é um procedimento em que o sêmen processado é introduzido diretamente no útero, aumentando as chances de fertilização. Na coleta de óvulos, também chamada de punção folicular, os óócitos maduros são aspirados e depois fertilizados em laboratório. A transferência de embriões ocorre quando um ou mais embriões são colocados no útero para iniciar a gravidez.

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Na primeira gestação, Caitlin Wright enfrentou hiperêmese gravídica, forma severa de enjoo que acomete aproximadamente 0,5% das grávidas, caracterizada por vômitos intensos e desidratação. Ela ficou doente durante as primeiras 22 semanas de gravidez e optou pela amamentação via extração de leite (EP), compartilhando detalhes de sua rotina de bomba de leite em 2024 e ampliando a rede de apoio de mães que extraem leite e de quem vive a experiência de infertilidade.

No fim de 2025, o casal decidiu tentar um segundo filho. “Eu me senti diferente no final do ciclo e resolvi fazer um teste para conferir — para nossa surpresa, deu positivo!”, lembra Wright. A notícia chegou três dias antes do Natal, momento em que o frenesi das festas serviu de distração para o casal em êxtase. A família e os amigos ficaram igualmente pasmos com a notícia, sobretudo depois de acompanhar cada etapa da longa jornada.

O obstetra que acompanha Wright também é especialista em endometriose e já havia realizado a excisão cirúrgica de seu tecido endometrial, o que contribuiu para a escolha de manter o mesmo médico durante toda essa trajetória. Já no primeiro trimestre da segunda gravidez, a mãe voltou a conviver com hiperêmese gravídica, mas conta que a experiência prévia e um excelente time de profissionais tornaram o quadro mais suportável. Agora, ela se prepara para celebrar a chegada do bebê e ver o primogênito assumir o papel de irmão mais velho.

Mais do que compartilhar a própria história, Caitlin Wright espera encorajar outras mulheres: “Quero que quem enfrenta infertilidade saiba que não está sozinha. A caminhada pode ser sombria e solitária, mas existem comunidades on-line e grupos presenciais para trocar apoio, informações e carinho com quem passa pelas mesmas dificuldades.”

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