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Como Ben Shtuhl está honrando a memória de Melissa Nicandri, sua parceira de 7 anos que morreu em acidente aéreo (Exclusivo)

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Ben Shtuhl e Melissa Nicandri em momentos de felicidade antes da tragédia (Foto: Instagram)

Na manhã de 29 de janeiro de 2025, Ben Shtuhl perdeu Melissa Nicandri, sua companheira de sete anos, em um trágico acidente aéreo envolvendo o voo 5342 da American Airlines e um helicóptero Black Hawk próximo ao Aeroporto Nacional Reagan, em Washington D.C. A colisão levou à morte de 67 pessoas, incluindo a jovem de 28 anos, natural de Miami. Desde então, Shtuhl dedica-se a preservar o legado de Melissa, participando de homenagens e buscando justiça para evitar que falhas semelhantes ocorram no futuro.

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O espírito de Melissa Nicandri era descrito por Shtuhl como “cheio de luz”. Ela cultivava amizades profundas, lembrava-se de pequenos detalhes da vida de cada pessoa ao seu redor e valorizava o cotidiano com curiosidade e alegria. Amante de flores, gostava de criar arranjos para o apartamento que dividiam em Nova York. Nos momentos de descontração, ela desafiava o parceiro em partidas acirradas de Mario Kart, rindo sempre que o vencia.

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Para marcar o primeiro ano da tragédia, Shtuhl viajou a Washington D.C. e participou de uma cerimônia em Constitution Hall, local tradicional de grandes memorais. No evento, familiares e amigos de todas as vítimas se reuniram para prestar homenagem e ler os nomes das 67 pessoas que faleceram. O encontro anual fortalece a rede de apoio entre os enlutados, lembrando a importância de manter a lembrança dos entes queridos viva.

Sentir-se amparado por quem enfrentou o mesmo luto tem sido fundamental para Shtuhl. Ele destaca que o convívio com outras famílias oferece compreensão mútua sem necessidade de explicações. Grupos de apoio têm auxiliado na superação do isolamento e proporcionado um canal para ações de advocacy voltadas à segurança aérea. Com isso, eles pressionam as autoridades para implementar melhorias em radares, sistemas de alerta e procedimentos de controle de tráfego aéreo.

Além do apoio emocional, Ben Shtuhl enxerga na mobilização coletiva uma forma de dar sentido a uma tragédia evitável. Ele acredita que a memória de Melissa Nicandri e dos demais serve de impulso para buscar responsabilização e promover reformas nas regras de espaço aéreo. Entre as recomendações discutidas pela NTSB (Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA) estão a adoção universal do ADS-B (Automatic Dependent Surveillance–Broadcast) e o aprimoramento de treinamentos para controladores de voo.

Ao refletir sobre a vida interrompida, Shtuhl ressalta que cada passageiro do voo 5342 tinha sua “própria constelação de sonhos” e relações construídas ao longo de anos. Para ele, a força do memorial está em reunir pessoas que se apoiam mutuamente, transformando o luto em um testemunho de esperança e vigilância. Assim, o amor e a personalidade vibrante de Melissa Nicandri continuam inspirando mudanças que, espera, evitarão novas perdas semelhantes.

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