
Ben Jenkins e o pug Croissant em estadia forçada no Cairo (Foto: Instagram)
Ben Jenkins achou que uma viagem de duas semanas ao Egito com seu filhote de pug, Croissant, seria apenas mais uma aventura. No entanto, durante os planos de retorno, ele descobriu que uma norma do governo dos EUA impediria Croissant de entrar de volta no país antes de completar seis meses de idade. Essa reviravolta inesperada transformou o que seria um período curto em uma estadia indeterminada em Cairo, onde Jenkins precisou reajustar toda a logística de hospedagem e rotina.
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Ben Jenkins, comediante residente em Brooklyn, NY, compartilhou o relato em vídeo no TikTok, alcançando mais de 2 milhões de visualizações em poucas horas. No post, ele explicou que imaginou ser simples levar Croissant — ainda um filhote de três meses — numa viagem de 10 a 11 horas de voo para promover a socialização dentro de uma “janela comportamental” essencial. Mesmo que veterinários de Nova York tenham liberado o transporte, ninguém o alertou sobre a restrição para o retorno ao país.
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Ao tentar reservar o voo de volta pela Egypt Air, Jenkins descobriu a exigência do U.S. Department of Agriculture (USDA), que entrou em vigor em 1º de agosto de 2024. Conforme o regulamento, cães procedentes de diversos países de risco para raiva devem ter pelo menos seis meses de idade, além de vacinas e documentos específicos. Croissant, por enquanto, não se enquadrava, pois ainda não completara o prazo mínimo, embora estivesse saudável e apto para voos internacionais.
Sem poder voltar, Jenkins encontrou acomodação temporária em Cairo com amigos locais e decidiu aproveitar a extensão forçada da viagem. Ele replanejou compromissos de trabalho, transformando o imprevisto em oportunidade para conhecer melhor a cultura egípcia, visitar monumentos históricos e aprofundar sua experiência com o idioma e a gastronomia. Para ele, a situação virou “um sinal do universo” de que havia mais a explorar além do cronograma original.
Enquanto isso, Croissant se mostra totalmente adaptado à nova rotina. O filhote exibe bom humor e curiosidade nos passeios pelas ruas de Cairo, onde recebe carinho de moradores e turistas. Jenkins relata que a socialização precoce tem sido benéfica: “ele está crescendo confiante em ambientes variados, mesmo em meio ao deserto urbano ou diante das pirâmides”.
O criador alerta outros donos de animais para não negligenciarem os trâmites de importação. Ele recomenda checar com antecedência todas as exigências do USDA, confirmar datas de validade das vacinas antirrábicas e reunir a documentação completa. “Eu pensei que tinha feito tudo certo, mas uma única regra desconhecida mudou tudo”, enfatiza Jenkins, ressaltando a importância de pesquisa prévia e contato com as embaixadas.
Por ora, Jenkins e Croissant manterão a estadia até o fim de março, quando o filhote finalmente completará seis meses. Eles reprogramaram o voo de volta com a Egypt Air e prometem continuar compartilhando novidades em Cairo. E para quem sonha em conhecer o país, Jenkins deixa o convite: “venha ao Egito, habibi!”

