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Família tenta arrecadar US$ 20 mil para repatriar corpo de jovem que morreu na quinta-feira ao Brasil

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Família arrecada US$ 20 mil para repatriar corpo de jovem morto em acidente no exterior (Foto: Instagram)

A família do jovem que morreu na quinta-feira, dia 26 de fevereiro, está mobilizada para levantar US$ 20 mil, valor aproximado de R$ 100 mil, a fim de custear todo o processo de repatriação do corpo dele para o Brasil. Diante dos trâmites burocráticos e custos elevados, parentes recorreram a uma campanha de arrecadação online para cobrir despesas que incluem transporte aéreo, preparação do corpo e taxas consulares.

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O valor solicitado pela família contempla não apenas a passagem aérea em avião equipado com sistema de refrigeração, mas também a documentação exigida pelas autoridades brasileiras e estrangeiras. Entre as despesas, estão a obtenção do atestado de óbito, tradução juramentada de documentos, embalamento funerário especializado e taxas aplicadas por companhias aéreas e aeroportos, que variam conforme o destino e o tempo de espera.

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Repatriar um corpo envolve várias etapas legais e logísticas. Primeiro, o consulado brasileiro no país estrangeiro onde ocorreu o falecimento deve validar o atestado de óbito local. Em seguida, é preciso emitir o chamado Certificado de Translado Consular, documento que autoriza o transporte internacional de restos mortais. Sem esse certificado, as companhias aéreas não aceitam a carga, e o processo pode ser suspenso.

Além da papelada, a preparação do corpo requer técnicas específicas de conservação, como o uso de tanastase—procedimento de higiene e embalsamamento que retarda a deterioração—e acondicionamento em urna metálica selada. Esse cuidado é imprescindível para cumprir normas sanitárias tanto das autoridades estrangeiras quanto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil, órgão responsável por regulamentar o ingresso de restos mortais no território nacional.

Historicamente, famílias brasileiras que enfrentam situações semelhantes costumam lançar campanhas de financiamento coletivo em plataformas digitais, devido ao alto custo que governos e seguradoras costumam cobrar. Esse tipo de iniciativa já permitiu, em diversos casos, que corpos retornassem às cidades de origem para serem velados e sepultados junto aos parentes, respeitando crenças culturais e a importância do rito funerário no processo de acolhimento emocional.

Ao longo de décadas, o Brasil desenvolveu protocolos que agilizam a repatriação de pessoas que morrem no exterior, mas o preço desse serviço continua elevado. Custos médios podem ultrapassar R$ 80 mil, dependendo da distância, da urgência e do tipo de aeronave utilizado. Por isso, a família do jovem espera contar com doações de amigos, colegas e até de desconhecidos sensibilizados pela situação, de modo a evitar que o corpo permaneça retido no país onde ocorreu o falecimento.

A campanha segue ativa até que a quantia seja alcançada e a logística final seja confirmada. Parentes e organizadores pedem que eventuais doadores verifiquem os canais oficiais criados para a arrecadação, garantindo transparência no uso dos recursos e rapidez no traslado. A meta de US$ 20 mil permitirá à família honrar o último desejo cultural de velar o jovem em solo brasileiro, cercado por amigos e familiares.

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