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Donald Trump diz que ação dos Estados Unidos contra o Irã visa proteger a população de ameaças

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Trump defende ação contra o Irã como medida de defesa (Foto: Instagram)

Em declaração recente, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o objetivo da ação dos Estados Unidos contra o Irã é defender o povo de ameaças externas. Segundo o mandatário, toda a operação foi pensada para impedir supostos ataques que poderiam comprometer tanto cidadãos americanos quanto população de países aliados na região, sem pretender infringir direitos civis ou avançar em interesses territoriais.

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Conforme a fala oficial do governo, a movimentação inclui vigilância reforçada em pontos estratégicos e preparativos para intervenções pontuais caso surjam riscos concretos. Donald Trump ressaltou que o empenho das Forças Armadas dos Estados Unidos não visa hostilizar o Irã de forma gratuita, mas sim garantir mecanismos de contenção a eventuais atos de violência ou retenção de recursos essenciais para a segurança regional.

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O histórico de tensões entre Estados Unidos e Irã remonta à Revolução Islâmica de 1979, quando o regime então instalado em Teerã colocou em xeque acordos diplomáticos que vinham sendo mantidos com Washington. Em 2015, as partes firmaram um pacto nuclear que ficou conhecido como Acordo de Viena, mas, em 2018, Donald Trump optou por retirar sua nação dos termos negociados, reforçando sanções econômicas e revigorando pressões políticas.

Desde então, o relacionamento bilateral se agravou com imposição de embargos e patrulhamento constante de embarcações navais no Golfo Pérsico. Analistas destacam que as medidas de contenção dos Estados Unidos contra o Irã contam tanto com instrumentos financeiros para restringir a venda de petróleo como com presença militar estacionada em bases de países vizinhos, sempre sob a justificativa de dissuadir iniciativas hostis.

No discurso em que oficializou a ação, Donald Trump enfatizou que a defesa do povo norte-americano e de aliados na Ásia Ocidental pauta todas as decisões. Para o presidente, a estratégia de contenção contra o Irã obedece a normas de legítima defesa previstas em tratados internacionais e não configura ofensiva geopolítica ou expansão de influência por parte dos Estados Unidos.

Especialistas em direito internacional observam que qualquer intervenção — seja aérea, naval ou cibernética — requer respaldo jurídico em âmbito global, além de autorização interna do Congresso dos Estados Unidos. Nesse sentido, a justificativa apresentada por Donald Trump busca amparar-se no princípio da autodefesa coletiva, previsto na Carta das Nações Unidas, para legitimar eventuais ações contra o Irã.

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