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Brasileira que afirma ser “alma gêmea” de Jung Kook vai responder na Justiça sul-coreana por perseguição

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Cantor do BTS enfrenta denúncia de stalking na Coreia do Sul (Foto: Instagram)

Uma brasileira que se identifica como a “alma gêmea” de Jung Kook vai ser processada na Coreia do Sul pelo crime de perseguição, conhecido internacionalmente como stalking. A jovem, sem ter sua identidade revelada publicamente, deverá responder às acusações após investigação conduzida pelas autoridades sul-coreanas, que apontam indícios de ações repetidas e insistentes direcionadas ao artista.

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De acordo com representantes do Ministério da Justiça da Coreia do Sul, o procedimento judicial foi iniciado com base em relatórios oficiais de segurança que registraram diversas tentativas da brasileira de se aproximar de Jung Kook, integrante do grupo BTS. As ações atribuídas a ela incluem envio frequente de mensagens, acompanhamento de rotas de deslocamento e tentativas de contato físico, o que se enquadra como crime de perseguição no sistema legal sul-coreano.

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No ordenamento jurídico da Coreia do Sul, o crime de perseguição está previsto na Lei de Prevenção de Violência de Gênero e em artigos do Código Penal que tratam de atos que ferem a liberdade de movimento e a privacidade do indivíduo. As penas podem variar de multa a detenção de até dois anos, conforme a gravidade das condutas e a reincidência do acusado. A investigação costuma envolver coleta de provas digitais, depoimentos de testemunhas e eventual apreensão de equipamentos eletrônicos.

A repercussão do caso também chama atenção para os riscos que celebridades sul-coreanas enfrentam diariamente em função da intensa exposição pública. Jung Kook, famoso por sua carreira como cantor e por sua atuação no cenário global do K-pop, já havia relatado em entrevistas anteriores as dificuldades em manter a privacidade e a segurança pessoal. O episódio reforça a necessidade de medidas de proteção mais rigorosas por parte das agências de entretenimento.

A próxima fase do processo prevê audiência preliminar para análise das provas e eventual decisão sobre aplicação de medidas cautelares, como proibição de aproximação e restrição de contato. Caso seja condenada, a brasileira poderá enfrentar sanções que incluem pena de reclusão, pagamento de indenização ao artista e obrigatoriedade de terapia comportamental. O julgamento deve ocorrer nas próximas semanas em um tribunal de Seul.

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