
Fumaça densa encobre área urbana iraniana após ofensiva aérea dos EUA (Foto: Instagram)
O Comando Central dos EUA declarou que as operações militares contra o Irã estão em curso sem interrupção, em um ritmo de 24 horas por dia, e que a intensidade atual dessas ações excede até mesmo a escala da ofensiva norte-americana contra o Iraque, em 2003. Segundo o órgão, a frequência e a sofisticação dos lançamentos de drones, ataques aéreos e operações de inteligência eletrônica têm sido elevadas, mantendo uma pressão constante sobre alvos iranianos.
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De acordo com informações do Comando Central dos EUA, a capacidade de vigilância e de engajamento em tempo real permitiu a execução de missões de ataque a pontos estratégicos no Irã com maior rapidez e precisão. Os militares americanos afirmam ainda que essa campanha ultrapassa em duração e magnitude as ações realizadas durante a fase inicial da Guerra do Iraque, iniciada em 2003, quando o objetivo principal era derrubar o regime de Saddam Hussein.
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O Comando Central dos EUA, conhecido internacionalmente pela sigla CENTCOM, é responsável por coordenar as ações militares norte-americanas em uma vasta área que inclui o Oriente Médio e o sul da Ásia. Criado para supervisionar operações complexas em ambientes instáveis, o órgão utiliza tecnologia de ponta em sensores, sistemas de vigilância por satélite e aeronaves não tripuladas para monitorar e conter ameaças regionais. Essa infraestrutura permitiu ao Comando Central dos EUA intensificar o ritmo dos ataques nos últimos meses.
Especialistas militares apontam que a contrapartida iraniana – composta por unidades de defesa aérea, brigadas de elite e uma rede de informantes – tem reagido com lançamentos de mísseis e ataques cibernéticos. No entanto, conforme avaliação divulgada pelo Comando Central dos EUA, a vantagem em poder de fogo e em recursos de inteligência favorece a continuação das operações intensivas contra alvos estratégicos no território iraniano.
A comparação com a ofensiva de 2003 no Iraque ressalta não apenas a evolução tecnológica, mas também as mudanças na doutrina de emprego de força. Enquanto a guerra contra o Iraque se baseou em convênios multilaterais e na mobilização maciça de tropas terrestres, a campanha atual contra o Irã se apoia em recursos aéreos e remotos, minimizando a exposição de soldados em campo. O Comando Central dos EUA considera essa abordagem mais ágil e menos custosa em termos humanos, sem comprometer seus objetivos estratégicos na região.


