
Eleitor exibe documento de identidade em seção eleitoral de Teerã, com imagem do líder supremo ao fundo. (Foto: Instagram)
Mesmo assim, o presidente do Irã alertou que não abrirá mão de exercer o direito de defesa da soberania do país.
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O pronunciamento reforça a doutrina de defesa nacional prevista na Constituição do Irã, que assegura ao país o direito de proteger sua integridade territorial contra qualquer forma de agressão externa.
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No âmbito do direito internacional, o direito à legítima defesa contra ataques armados é garantido pela Carta das Nações Unidas, em seu artigo 51, resguardando o direito de um Estado reagir diante de ameaças que comprometam sua soberania.
Historicamente, o Irã enfrentou situações críticas à sua soberania, como durante a Guerra Irã-Iraque, na década de 1980, episódio que reforçou a percepção de que manter capacidades defensivas sólidas é essencial para a segurança nacional.
Atualmente, a defesa da soberania envolve não apenas questões militares convencionais, mas também fatores diplomáticos, econômicos e cibernéticos, especialmente em uma região marcada por tensões geopolíticas no Golfo Pérsico.
Analistas de relações internacionais afirmam que a declaração do presidente do Irã reforça a continuidade de uma postura cautelosa na política externa do país, mantendo o foco na segurança e na preservação da autonomia diante de cenários de incerteza.


