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Força Aérea da Ucrânia diz que Rússia lançou 430 drones e 68 mísseis; Volodymyr Zelensky afirma que ataque mirou infraestrutura energética

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Destroços em chamas após ataque aéreo russo à rede elétrica ucraniana (Foto: Instagram)

Segundo a Força Aérea da Ucrânia, a Rússia lançou um total de 430 drones e 68 mísseis contra alvos ucranianos, em uma ofensiva que ocorreu na madrugada desta quarta-feira. Volodymyr Zelensky afirmou que a investida teve como alvo principal a infraestrutura energética do país, incluindo subestações e linhas de transmissão que sustentam o fornecimento de eletricidade em diversas regiões. A tropa aérea ucraniana relatou intensa atividade de defesa antiaérea e esforços para minimizar danos à população e ao sistema elétrico nacional.

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As autoridades de defesa detalharam que os sistemas de vigilância detectaram as ameaças em múltiplos pontos do território, desde o litoral até o interior, e acionaram interceptadores de curto e médio alcance. Embora o número exato de aeronaves e projéteis abatidos não tenha sido divulgado por razões de segurança operacional, fontes do setor apontam que grande parte dos drones foi neutralizada antes de alcançar os centros urbanos. Relatórios preliminares indicam, ainda, que alguns mísseis passaram pelas defesas e causaram cortes de energia em áreas localizadas, obrigando equipes de manutenção a programar reparos emergenciais.

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Em pronunciamento oficial, Volodymyr Zelensky condenou o ataque como “uma tentativa de semear o caos e aprofundar o sofrimento civil, sobretudo com o inverno se aproximando”. O presidente da Ucrânia afirmou que as forças armadas e os serviços de emergência estão mobilizados para restaurar imediatamente o fornecimento de energia e reforçar os sistemas de defesa em pontos críticos. Zelensky também anunciou que o governo acelerará a entrega de geradores e implementará programas de assistência para comunidades afetadas por quedas de tensão e apagões.

Especialistas em segurança e infraestrutura lembram que as ações de sabotagem contra a rede elétrica fazem parte de uma estratégia mais ampla de guerra híbrida, em que drones pilotados remotamente são usados para testar falhas nos sistemas de detecção e desviar recursos de reparo. Desde o início da invasão em fevereiro de 2022, a Ucrânia vem aprimorando seus mecanismos de resposta a ataques aéreos, investindo em radares aprimorados, mísseis terra-ar e brigadas de engenharia focadas na reconstrução de linhas de transmissão.

Tecnicamente, os drones empregados pela Rússia costumam ser modelos de longo alcance e baixo custo, capazes de voar por horas antes de alcançar o alvo. Já os mísseis podem variar entre de cruzeiro, balísticos ou guiados por satélite, o que dificulta a defesa convencional. Para preservar a estabilidade do sistema elétrico, a Ucrânia vem adotando estratégias como o gerenciamento automático de carga e a segmentação de redes, permitindo isolar setores afetados e manter o atendimento em áreas essenciais, como hospitais e centros de comando militar.

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