
Kai Trump aposta em golfe, redes sociais e negócios como ‘emprego dos sonhos’ (Foto: Instagram)
Kai Trump, de 18 anos, tem ganhado destaque nas redes sociais, não só por ser a neta mais velha de Donald Trump, mas também por suas opiniões sobre carreira e estilo de vida. Com um canal no YouTube que já conta com mais de 1,4 milhão de inscritos, a jovem se prepara para estudar na Universidade de Miami este ano, onde pretende participar da equipe de golfe. Filha de Donald Trump Jr. e sua ex-esposa Vanessa Trump, Kai já havia chamado atenção ao compartilhar imagens dos bastidores da Casa Branca.
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Recentemente, ela usou a ferramenta de perguntas e respostas do Instagram para falar com seus seguidores sobre seus planos futuros. Em uma publicação com a legenda “Eu amo redes sociais, golfe e negócios!”, foi perguntada sobre seu emprego dos sonhos. Sua resposta em vídeo gerou uma série de reações divididas nas redes, com parte do público criticando sua visão sobre o mercado de trabalho.
Ao descrever suas ambições, Kai disse: “Meu emprego dos sonhos é literalmente o que faço agora. Jogar golfe, redes sociais, entreter, criar meu próprio negócio. Acho que esse é o meu emprego dos sonhos. Viajar pelo mundo, conhecer novas pessoas, é provavelmente o meu emprego dos sonhos”. Essa declaração foi rapidamente considerada fora da realidade por muitos internautas.
Um dos críticos comentou: “Então basicamente o seu sonho é estar desempregada”. Outro seguidor disse que “nenhum emprego foi mencionado” na fala da jovem. Também surgiram questionamentos sobre sua escolha acadêmica, com alguém perguntando: “Pergunta séria. Já que você já faz o que ama e tem muito dinheiro, qual é o sentido de ir para a universidade?”. No entanto, alguns defensores argumentaram que gerenciar sua própria marca e negócios requer responsabilidade.
Durante sua participação no podcast Impaulsive, apresentado por Logan Paul, Kai falou sobre como lida com o ambiente político em torno de sua família. Ela afirmou que prefere manter distância dessa área: “Para ser sincera com você, eu fico completamente fora da política. Eu nunca me candidataria. Não quero nada com a política porque sinto que a política é uma coisa muito perigosa”.
Sobre o cenário eleitoral e a polarização, a jovem mencionou que o mundo seria mais feliz se os dois lados se encontrassem no meio do caminho. Kai observou que as redes sociais influenciam essa divisão: “As redes sociais fazem o seu feed ser de um jeito ou de outro. Não há muitas coisas nas redes sociais onde você está bem no meio, acho que isso deixa algumas pessoas malucas e algumas pessoas acreditam demais nisso”. Ela reforçou que, apesar de apoiar o avô como membro da família, mantém uma postura neutra em relação aos embates ideológicos.


