Em 30 de junho de 2009, o voo 626 da companhia aérea Yemenia caiu no Oceano Índico, resultando na morte de 152 das 153 pessoas a bordo. A única sobrevivente foi Bahia Bakari, uma menina de 12 anos.
++Tensão entre Vaticano e Casa Branca com Papa Leão XIV e Trump em rota de colisão
Segundo relatos das equipes de resgate, Bahia foi encontrada após permanecer cerca de 11 horas à deriva no mar, agarrada a um destroço da aeronave. Ela estava ferida, sem colete salva-vidas e não sabia nadar. As buscas ocorreram em condições adversas, com mar agitado e presença de combustível na água, o que dificultou a localização de possíveis sobreviventes.
De acordo com os socorristas, a adolescente apresentava sinais de exaustão e hipotermia no momento do resgate, mas ainda estava consciente. Sua sobrevivência foi considerada excepcional, dadas as circunstâncias do acidente e o longo período em que permaneceu exposta no oceano.
++O que acontece se você ingerir sílica gel?
Anos depois, Bahia Bakari relatou sua experiência no livro “Moi Bahia, la miraculée“, no qual descreve os momentos vividos após a queda e o impacto emocional de perder a mãe, que também estava no voo. Em 2022, a Justiça francesa condenou a Yemenia Airways por falhas relacionadas ao acidente, encerrando um processo judicial que se estendeu por mais de uma década.


