Uma das mulheres que acusa Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, de assédio, compartilhou detalhes do episódio e revelou como foi a convivência com ele durante um festival realizado no mês passado, em Ipoema, Minas Gerais.
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Larissa trabalhava como auxiliar de cozinha no evento e falou sobre o caso nesta sexta-feira (31/7), durante entrevista ao programa Melhor da Tarde, da Band.
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O QUE DISSE A VÍTIMA
Segundo Larissa, ela nunca havia tido contato com Badarik antes do trabalho. Os dois passaram cinco dias atuando juntos na preparação dos alimentos e, de acordo com ela, a postura do ex-genro de Ana Maria Braga começou a causar estranhamento ainda nos primeiros momentos.
No início, porém, a impressão era diferente. Larissa conta que considerava Badarik receptivo e chegou a acreditar que ele tinha mais experiência no evento, já que costumava lhe passar orientações. A percepção mudou quando ela descobriu que outras pessoas também não o conheciam.
A situação teria ganhado outro contorno no segundo dia de trabalho. Segundo Larissa, Badarik começou a fazer comentários sobre sua aparência e criou para ela um nome em sânscrito. Após consultar o chefe, ela afirma ter descoberto que o termo utilizado fazia referência à beleza.
CONTATO FÍSICO
Na sequência, ainda conforme o relato, ele teria dito que Larissa seria a encarnação de sua esposa em um plano celestial. A mulher afirma que tentou corrigir o tratamento e pediu para ser chamada pelo próprio nome, mas a insistência teria continuado.
A partir daí, Larissa diz que passou a se afastar. Ela relata que Badarik também teria buscado contato físico em momentos que considerava desnecessários, como ao passar por ela durante o trabalho, tocar seu ombro ou cintura e mexer em seu cabelo. Segundo a mulher, ele ainda criava situações para que ela tivesse contato com objetos pessoais dele.
A postura, de acordo com Larissa, também chamou a atenção de Lila, seu chefe durante o festival. Ela conta que recebeu uma oferta de ajuda, mas decidiu tentar estabelecer os próprios limites diante da situação.
Para Larissa, o comportamento também envolvia uma tentativa de aproximação psicológica. Ela afirma que Badarik insistia em chamá-la pelo nome em sânscrito e recorria a pedidos de abraço, além de se apresentar como uma pessoa espiritualizada e, em outros momentos, como alguém que estaria sendo ignorado pelos demais.
> “É porque ele já não estava me chamando, me referindo mais pelo meu nome também, né? E isso eu algumas vezes corrigi a ele e ele insistindo. E aí ali também já é um assédio psicológico de ficar tipo pedindo abraço, sabe? ‘Ah, me dá…’ Tipo assim, se colocando como espiritualizado e vindo com os assuntos assim pro lado da espiritualidade e como espiritualizado e depois como coitadinho também, sabe? Tipo ‘Ah, ninguém me dá atenção aqui’, tipo se colocava assim como vítima, parece. Sendo que nem tinha o porquê também, né?”
TOQUES DURANTE O TRABALHO
Questionada sobre eventual contato físico, Larissa afirmou que os episódios ocorreram, mas ressaltou que, segundo ela, não houve agressão. O que a incomodava eram os toques que considerava sem necessidade durante a rotina de trabalho.
> “Durante esse segundo dia, ele começou, de diversas formas, a passar por mim e me tocar quando não precisava. Ficava arrumando meu cabelo e eu ficava evitando. Eram uns toques, uns contatos que não tinham necessidade.”
RELEMBRE
O episódio aconteceu em junho, durante um festival em Ipoema, onde Badarik trabalhava ao lado de outras pessoas. Depois das denúncias, ele chegou a ser detido e posteriormente foi liberado mediante pagamento de fiança.
Além do relato de Larissa, outra mulher que também atuou no mesmo evento acusou Badarik de agressão e de ter pegado um anel de uma loja instalada no local.
Sobre o objeto, ele confirmou que o pegou e afirmou que precisava do dinheiro para abastecer o carro. Em entrevista ao próprio Melhor da Tarde, Badarik negou ter cometido assédio ou agressão.
As denúncias seguem sob apuração, sem que tenha havido até o momento uma responsabilização definitiva de Badarik González pelos fatos relatados pelas mulheres.
Vale lembrar que, recentemente, Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, confirmou em seu canal no YouTube o fim do casamento com Badarik González. A professora também mantém uma medida protetiva contra o ex-marido após a confusão registrada durante o festival. Os dois são pais de Varuna e Hima.


