
Kaci e Mike Spampinato com os filhos Kade, Krew e o caçula Kash em sua casa no Texas, celebrando a adoção oficial de 2015. (Foto: Instagram)
Kaci Spampinato, professora no Texas há mais de 20 anos, ajudou centenas de alunos, mas um deles, acolhido por família adotiva, a marcou em 2009. Em 2014, uma colega avisou que a ex-aluna tinha um bebê e precisava de doações. Kaci ofereceu suprimentos e convidou mãe e filho para conhecer seus dois filhos, Kade e Krew, em sua casa rural.
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Dias depois, a ex-aluna pediu abrigo para o menino diante de “situações inseguras” no prédio. Kaci e o marido, Mike, receberam mãe e bebê por duas semanas, quando ouviu a proposta: “vocês adotariam este menino?”. Após contato com o serviço social, estudo domiciliar e visita de assistente, um juiz determinou a guarda. Em 25 de fevereiro de 2015, Kash tornou-se oficialmente filho do casal.
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Integrado à família — com Kade, hoje com 21 anos, e Krew, três anos mais velho que Kash — o menino ganhou avós e primos próximos. Em visita recente, ao ser questionado sobre quem o gerou, Kash se emocionou ao ver foto da mãe biológica e disse: “eu amo ela”.
Kaci e Mike explicam que os pais biológicos amavam Kash e fizeram “o maior sacrifício” ao entregá-lo, garantindo-lhe amor e estrutura. Mantêm contato respeitoso: a mãe biológica “curte” fotos do filho nas redes sociais, reafirmando carinho mútuo.
Além da sala de aula, Kaci pretende inspirar outros professores e famílias adotivas a acolher jovens em vulnerabilidade. A cada 25 de fevereiro, celebram o dia da adoção com o prato predileto de Kash — macarrão com queijo — reafirmando que “ele completou nossa família”.

