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Diana Crespo e Seus Pais São Detidos pelo ICE ao Buscar Atendimento Médico para Hemorragia Nasal da Filha de 7 Anos

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Família imigrante detida pelo ICE ao buscar socorro médico em Oregon (Foto: Instagram)

Diana Crespo e os pais, Darianny Liseth Gonzalez De Crespo e Yohendry De Jesus Crespo, foram detidos pelo United States Immigration and Customs Enforcement (ICE) após procurarem atendimento médico para o sangramento nasal contínuo da menina. A cena ocorreu no estacionamento do Portland Adventist Health, em Oregon, no dia 16 de janeiro. A família, que entrou nos EUA há pouco mais de um ano, agora aguarda decisão sobre seu pedido de asilo em um centro de detenção do ICE.

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No dia 15 de janeiro, Diana Crespo apresentou uma hemorragia nasal persistente e, no dia seguinte, seus pais a levaram ao atendimento de urgência do Portland Adventist Health. Segundo relatos, agentes de imigração interceptaram o veículo no local antes que a criança fosse examinada por um médico. Sem notificar o hospital, o ICE conduziu Darianny Liseth Gonzalez De Crespo, Yohendry De Jesus Crespo e Diana ao centro de detenção familiar em Dilley, no Texas, sem acesso imediato a assistência médica para a segunda-ano de escola.

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A segunda-geração de imigrantes está sendo mantida no South Texas Family Residential Center, o mesmo local onde Liam Conejo Ramos, o menino de 5 anos que viralizou ao ser detido por agentes de imigração em Minnesota, encontra-se sob custódia. A detenção de famílias completas já foi tema de amplo debate por organizações de direitos humanos e provocou questionamentos sobre as condições e a coordenação entre instituições de saúde e autoridades de imigração.

Uma campanha criada pela amiga Stephanie Melendez no GoFundMe afirma que, sem recursos e sem contato com advogados, a família precisa de R$1,75 milhão (aproximadamente 350.000 dólares) para cobrir honorários legais, alimentação e demais despesas durante a detenção. “Darianny e Yohendry são pessoas trabalhadoras, honestas e cheias de sonhos, que vieram ao país para construir um futuro digno para Diana,” disse Melendez.

Ana, amiga próxima, relatou que o casal saiu da Venezuela há cerca de um ano em busca de segurança e melhores condições de vida. Primeiro, estabeleceram-se em Utah, mas transferiram-se para Oregon em outubro, temendo maior fiscalização imigratória naquele estado. A família permanece aguardando revisão de sua solicitação de asilo, enquanto se ajusta à rotina imposta no centro diário do ICE.

O Portland Adventist Health, por meio de seu gerente de comunicações CJ Anderson, afirmou não ter sido informado ou consultado pela imigração antes da detenção. “Não recebemos contato de nenhuma agência, e nosso compromisso é com o cuidado de pacientes, independentemente de circunstâncias externas,” declarou Anderson, reforçando que a prioridade do hospital é a saúde da comunidade.

Segundo Ana, Diana ficou doente por dias após a transferência, sem avaliação médica adequada no centro de Dilley. Felizmente, a criança já apresenta melhora, mas o impacto do episódio permanece. Alyssa Walker Keller, coordenadora da Portland Immigrants Rights Coalition, classificou o caso como “horrível e um novo e preocupante precedente de detenção familiar em solo de Oregon.” Até esta divulgação, o ICE e o Portland Adventist Health não forneceram novas informações sobre o desfecho do caso.

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