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Tyler Peyton processa Nationwide Children’s Hospital após filha de 27 dias morrer ao cair do berço na UTI

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Pai processa Nationwide Children’s Hospital após morte de bebê em CTICU (Foto: Instagram)

Tyler Peyton entrou com uma ação de negligência médica, homicídio culposo e má conduta contra o Nationwide Children’s Hospital depois que sua filha, Ellieana Peyton, de 27 dias, caiu de um berço na Cardiothoracic Intensive Care Unit (CTICU) e veio a falecer em 31 de março de 2025. A queixa foi protocolada em 23 de janeiro no Franklin County Common Pleas Court, em Columbus, Ohio.

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Ellieana Peyton nasceu em 4 de março de 2025 e, logo após, recebeu diagnóstico de cardiomiopatia dilatada congênita, o que levou à sua internação imediata na CTICU do Nationwide Children’s Hospital para monitoramento intensivo. De acordo com o documento judicial, a bebê permaneceu em ar ambiente, alimentou-se bem e apresentou exames neurológicos dentro da normalidade.

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Nos dias seguintes, múltiplos ecocardiogramas apontaram função cardíaca normal ou muito próxima do normal e os médicos determinaram que Ellieana Peyton estaria apta a receber alta por volta de 28 de março. Entretanto, na noite de 25 de março, um paciente‐assistente deixou um dos lados do berço abaixado enquanto Ellieana estava conectada a fios de monitoramento presos a um dispositivo no bolso do funcionário.

Conforme a ação judicial, ao se afastar, o tensionamento dos fios puxou Ellieana Peyton para fora do berço, resultando em queda de três a quatro pés (aproximadamente um metro) até o chão do leito. Uma tomografia cerebral feita naquela mesma noite constatou fratura de crânio, inchaço e hematoma localizados no ponto de impacto.

Esses ferimentos configuraram um traumatismo craniano em uma paciente com cardiomiopatia pré‐existente, “colocando Ellieana em risco elevado de instabilidade circulatória, perfusão orgânica comprometida e lesão hipóxico‐isquêmica”, destaca a petição. A bebê apresentou queda da pressão arterial, saturação de oxigênio reduzida e taquicardia progressiva nos dias que se seguiram.

Apesar de submetida a reanimação cardiopulmonar, intubação e suporte completo de circulação com ECMO (extracorporeal membrane oxygenation), Ellieana Peyton não demonstrou recuperação neurológica significativa. Segundo o documento, sua condição foi considerada irreversível.

O relatório do Franklin County Forensic Science Center, anexado ao processo, apontou como causa mortis “cardiomiopatia dilatada congênita complicada por lesões cranianas por força contundente: devido a queda de berço” e definiu o modo de morte como “acidente”.

Em obituário divulgado pelo escritório DeLong‐Baker & Lanning Funeral Home, Ellieana Peyton é lembrada pela “contagiante risada” e pelos “olhos castanhos que cativavam a todos”. Ela deixou os pais, Tyler Peyton e a mãe, e diversos familiares, que guardam como legado sua curiosidade e o sorriso que “iluminava qualquer ambiente”.

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