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Mãe em Gravesend descobre invasor no sótão após ser medicada com antipsicóticos

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Chloe, a jovem mãe que flagrou um invasor oculto no sótão do próprio apartamento (Foto: Instagram)

Chloe era uma jovem mãe que residia em um novo conjunto habitacional em Gravesend, no condado de Kent. Seu apartamento estava localizado no último andar, logo abaixo de um sótão que cobria todo o edifício. O que começou como uma vida tranquila em seu novo lar logo se tornou uma experiência perturbadora que afetou sua sanidade e a percepção de seus vizinhos por um longo tempo.

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Tudo teve início quando ela percebeu que a escotilha de acesso ao sótão, situada no teto de seu corredor, aparecia inexplicavelmente aberta. No começo, Chloe achou o fato estranho, mas tentou não se preocupar com isso.

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Com o tempo, a frequência das ocorrências aumentou e ela começou a ouvir passos vindos do andar de cima. Ao perguntar aos vizinhos e amigos sobre os ruídos, todos negavam ouvir qualquer coisa. Um amigo que morava no andar inferior tentava acalmá-la, afirmando que não havia ninguém ali, mas Chloe continuava acreditando que algo estava errado.

O ceticismo das pessoas ao redor começou a impactar a saúde mental de Chloe. Com um histórico de ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático, familiares e amigos pensaram que ela estava tendo alucinações ou um episódio psicótico. Chloe procurou ajuda médica e expôs suas suspeitas. “Quando fui ao médico, disse a eles: ‘acho que tem alguém no sótão e que há pessoas entrando e saindo da minha casa. Eu realmente acreditava nisso'”, relatou Chloe.

Devido a esses relatos, os médicos receitaram quetiapina, um antipsicótico de segunda geração usado para tratar condições severas como esquizofrenia e transtorno bipolar. Chloe descreveu o período em que tomou a medicação como um tempo em que se sentia um “zumbi” e “não uma pessoa real”.

Mesmo sob efeito do medicamento, as evidências de invasão continuavam. Ela chegou a conversar com o vizinho do lado, cujo apartamento também ficava sob o sótão, mas ele negou categoricamente ouvir qualquer ruído. “Ele disse que não ouvia nada e afirmou que não era verdade”, recordou ela.

A descoberta da verdade

Após cerca de dois meses usando a medicação pesada, Chloe estava em casa quando a escotilha do sótão foi aberta abruptamente diante de seus olhos. Naquele instante, ela viu um homem olhando diretamente para ela de dentro do teto.

“Ele estava me encarando e eu corri escada abaixo para a minha amiga gritando por socorro”, contou. Diante da descrença inicial da amiga, Chloe questionou por que, mesmo medicada com antipsicóticos, ela continuava vendo a mesma figura.

A polícia foi chamada e fez uma busca no espaço superior do edifício. Os agentes encontraram um homem vivendo no local, junto com bolsas e mochilas guardadas na estrutura. A investigação revelou que o vizinho de Chloe, que antes negou ouvir qualquer som, estava ajudando o homem. O invasor era um amigo dele que estava sem moradia e recebia auxílio para se esconder no sótão compartilhado.

A empresa responsável pelo condomínio, Moat Housing, confirmou que o incidente ocorreu há nove anos e que, na época, colaborou com as autoridades para realizar uma prisão. O acesso ao sótão foi reforçado e lacrado logo após o ocorrido para evitar novos casos de invasão. Chloe, que hoje compartilha sua história nas redes sociais, afirmou que no momento da prisão sentiu um misto de alívio e satisfação por provar que não estava imaginando os eventos.

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