A americana Brandi McGlathery, de 23 anos, percebeu que havia algo diferente com o filho logo após o nascimento, em março, no estado do Alabama, nos Estados Unidos. O bebê, chamado Eli, nasceu com uma condição rara conhecida como arinia congênita, caracterizada pela ausência do nariz.
Segundo a mãe, a suspeita surgiu imediatamente após o parto. “Ele não tem nariz.” Ao notar a situação, a equipe médica retirou o bebê para avaliação.
Sem informações imediatas, Brandi relatou preocupação nas primeiras horas. “Eu não sabia o que estava acontecendo. Tudo o que eu pensava era que ele não tinha nariz e ficava me perguntando como ele estava respirando”, contou.
++ Adolescente encara homem-bomba e atitude muda destino de milhares de alunos
O caso foi considerado incomum pelos próprios médicos. De acordo com registros citados pela equipe, há poucas ocorrências semelhantes no mundo. O bebê foi transferido para outra unidade hospitalar, onde passou por exames e iniciou acompanhamento especializado.
Durante os primeiros dias, Eli apresentou dificuldades respiratórias durante a alimentação e precisou de uma traqueostomia para auxiliar na respiração. A mãe acompanhou o estado de saúde do filho de perto: “Ele ainda está vivo?”.
++ Cheiro de recém-nascido ativa áreas de recompensa no cérebro adulto
Após os cuidados iniciais, o bebê recebeu alta e voltou para casa com os pais. “Ele está indo muito bem. É como qualquer outro bebê. Só não tem nariz”, afirmou.
Os responsáveis realizam cuidados diários relacionados ao dispositivo respiratório e seguem orientação médica contínua. Há possibilidade de procedimentos futuros, mas a família informou que avalia as opções com cautela e preferiu não submeter o menino nesse momento.
A mãe também comentou sobre a forma como vê o filho. “Quando é seu bebê, não importa o que há de diferente, você o ama, de qualquer forma. Ele é perfeito do jeito que é”, declarou.


