O caso da morte de Isabella Nardoni ganhou um novo desdobramento na última sexta-feira (08), após a Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo protocolar um aditamento à denúncia encaminhada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos. O documento pede a reabertura das investigações e a prisão imediata de Antônio Nardoni, pai de Alexandre Nardoni. As informações sãodo Metrópoles.
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Ainda de acordo com o portal, a associação é presidida por Agripino Magalhães. Segundo a petição, ao menos três policiais penais teriam presenciado supostas confissões de Anna Carolina Jatobá no presídio de Tremembé.
De acordo com os relatos anexados ao documento, Anna teria afirmado que o sogro participou diretamente do planejamento e da execução do crime.
Em um dos trechos citados na denúncia, uma testemunha relata que, ao ser questionada sobre quem teria cometido o crime, Anna teria respondido que agiu a mando de “daquele véio”. Ainda segundo o documento, ao ser perguntada se fazia referência ao sogro, ela teria confirmado chorando com um gesto afirmativo de cabeça.
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A petição também sustenta que Antônio Nardoni teria orientado o filho a alterar provas para simular um acidente. Segundo o advogado Angelo Carbone, representante da associação, uma eventual quebra de sigilo telefônico entre pai e filho à época poderia comprovar uma suposta fraude processual.
Diante dos elementos apresentados, o documento solicita à Corte Internacional a prisão preventiva de Antônio Nardoni, medidas de proteção às testemunhas que afirmam temer represálias e acompanhamento presencial do caso por representantes da CIDH.


