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Mãe do Kentucky descobre verdade chocante ao esconder câmera no cabelo do filho autista

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Tiphanee Lee exibe microcâmera utilizada para filmar o filho autista na escola. (Foto: Instagram)

Uma mãe do Kentucky tomou uma atitude por conta própria após suspeitar que algo sério estava ocorrendo com seu filho na escola. O garoto, Semaj, é autista e não verbal, o que dificultava ainda mais entender sua vivência no ambiente escolar.

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Tiphanee Lee relatou que começou a se preocupar depois de receber queixas sobre o comportamento de seu filho na Field Elementary School. Para ela, algo estava fora do comum. Como Semaj não conseguia expressar o que sentia ou o que acontecia, a mãe decidiu descobrir a verdade sem depender exclusivamente de relatos externos.

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Foi então que ela escondeu uma pequena câmera no cabelo do garoto. Esta decisão, tanto extrema quanto delicada, revelou imagens que, segundo Tiphanee, nenhum pai ou mãe deveria presenciar.

O vídeo, que Tiphanee compartilhou com a imprensa, supostamente foi gravado dentro da escola e mostra Semaj em uma sala com uma funcionária. As imagens não esclarecem se houve agressão física, mas mostram a cabeça da criança se movendo de forma brusca em certo momento.

Em outro trecho, ouve-se a funcionária dizendo: “Saia de cima de mim agora! Saia de cima de mim agora!”. Logo após, há mais ruídos e o som de uma criança gritando.

Durante uma coletiva de imprensa, Tiphanee afirmou: “O que descobri nas imagens da câmera é algo que nenhum pai ou mãe deveria ver ou ouvir”.

Ela também declarou que o filho foi colocado em uma situação de medo e vulnerabilidade. “Nosso filho foi colocado em uma situação em que estava assustado, sobrecarregado e impotente”, disse.

Após as alegações serem divulgadas, Tiphanee começou a exigir uma investigação sobre o caso na Field Elementary School. Para ela, a situação requer respostas claras, especialmente por envolver uma criança que não consegue relatar verbalmente o que aconteceu.

“Eu sou a voz dele, e vou falar por ele”, afirmou a mãe.

Em outra declaração, ela disse: “Confiamos na escola dele para protegê-lo, cuidar dele e tratá-lo com dignidade. Em vez disso, ele foi ferido, silenciado e abandonado pelas próprias pessoas que deveriam mantê-lo seguro”.

De acordo com a imprensa local, uma carta foi enviada às famílias dos alunos após as acusações começarem a circular. A diretora Deb Rivera escreveu, em 14 de maio, que a segurança dos estudantes e funcionários é sempre a principal prioridade da escola.

Ela também afirmou que não poderia comentar ações relacionadas a funcionários, mas garantiu que as alegações estavam sendo levadas a sério e revisadas junto ao distrito escolar, seguindo as políticas e procedimentos da JCPS para apurar o que aconteceu e responder de forma adequada.

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