A morte da advogada Cláudia Félix, de 51 anos, prima da cantora e apresentadora Mara Maravilha, segue sendo investigada pela Polícia Civil da Bahia. Ela foi assassinada a tiros dentro da própria residência, em Itororó, no interior do estado, e uma das principais linhas de investigação aponta que o crime pode estar relacionado a uma sequência de ameaças feitas por um grupo criminoso.
Segundo informações exibidas pelo programa Cidade Alerta, da Record, os suspeitos estariam cobrando uma dívida de alto valor atribuída a um familiar da vítima.
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De acordo com a reportagem, as ameaças eram direcionadas inicialmente a esse parente, que chegou a vender dois veículos na tentativa de quitar o débito. No entanto, conforme a apuração, o valor exigido aumentava a cada pagamento, levantando a suspeita de um esquema de extorsão.
Ainda segundo as informações divulgadas, Cláudia teria passado a ser o principal alvo do grupo criminoso. Imagens de câmeras de segurança mostram homens circulando nas proximidades da residência da advogada dias antes do crime, o que, segundo a investigação, pode indicar que ela estava sendo monitorada.
Na madrugada do assassinato, os suspeitos invadiram o imóvel. Cláudia percebeu a presença dos invasores e conseguiu acionar a polícia, mas, de acordo com a reportagem, os agentes não chegaram a tempo de impedir o homicídio.
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A advogada foi atingida por diversos disparos dentro de casa, na presença de familiares.
A Polícia Civil continua investigando o caso e deve ouvir o familiar que seria alvo das cobranças, além de analisar mensagens, movimentações bancárias e outros elementos que possam esclarecer a motivação do crime e identificar os responsáveis.
Até o momento, a hipótese de que o assassinato tenha sido motivado pelas cobranças é uma das linhas de investigação e ainda será confirmada ou descartada ao longo do inquérito.


