As propriedades de Jeffrey Epstein voltaram ao centro das discussões após detalhes sobre a arquitetura e a decoração dos imóveis ganharem repercussão. Segundo informações divulgadas pelo portal Fatos Desconhecidos, registros produzidos durante as investigações mostram que as residências reuniam características incomuns e sistemas de vigilância que passaram a integrar os arquivos do FBI e processos judiciais.
Os documentos incluem fotografias e vídeos de alta resolução da mansão de Epstein em Manhattan, do rancho localizado no estado do Novo México e da ilha particular Little St. James, no Caribe. O material foi reunido pelas autoridades norte-americanas durante as investigações sobre o esquema criminoso atribuído ao financista.
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De acordo com o portal, os registros revelam desde elementos decorativos incomuns, como uma coleção de olhos de vidro e o edifício de cúpula azul localizado na ilha, até estruturas de monitoramento eletrônico instaladas nos imóveis.
As imagens e demais registros produzidos durante a investigação passaram a integrar os arquivos oficiais do FBI e foram utilizados como parte das provas apresentadas em processos judiciais. Segundo a publicação, o material ajudou a documentar a infraestrutura de vigilância existente nas propriedades.
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Ainda conforme o portal Fatos Desconhecidos, há relatos de que alguns ambientes teriam sido planejados de forma incomum, alimentando a hipótese de que descrições feitas por vítimas pudessem parecer inverossímeis durante depoimentos. No entanto, as informações apresentadas pelo material citado se concentram nos registros fotográficos, vídeos e sistemas encontrados pelas autoridades, que serviram de base para as investigações e ações judiciais.


