O ministro Dias Toffoli, atualmente membro do Supremo Tribunal Federal (STF), tem sua trajetória profissional alvo de críticas e debates na imprensa e nas redes sociais, especialmente após a repercussão de seu histórico antes de chegar à mais alta Corte do país. Segundo informações do portal Easy Fatos, Toffoli foi reprovado duas vezes nos concursos para juiz substituto no estado de São Paulo, em 1994 e 1995, antes de iniciar uma carreira fora da magistratura tradicional.
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Após essas reprovações, Toffoli seguiu um caminho profissional mais ligado à política e à advocacia partidária, sendo assessor jurídico do Partido dos Trabalhadores (PT) e atuando nas campanhas presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva em 1998, 2002 e 2006. Essa proximidade com o PT e com a base política que então apoiava Lula é frequentemente citada por críticos como um fator determinante em sua nomeação para posições de destaque.
Em 2009, no segundo mandato de Lula, Toffoli foi indicado ao STF pelo presidente, então Lula, após ocupar o cargo de advogado-geral da União (AGU). Sua indicação ao Supremo gerou resistências no Senado Federal, em parte motivadas por sua ausência de experiência prévia na magistratura tradicional e pela forte ligação política com o governo da época. Apesar das críticas, sua nomeação foi aprovada e ele tomou posse como ministro.
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Ao longo de sua carreira no STF, Toffoli esteve envolvido em decisões e episódios que também alimentaram debates públicos e jurídicos, incluindo seu papel como relator de investigações sensíveis e sua participação em controvérsias institucionais.

