Cameron Herrin ganhou notoriedade internacional após ser condenado pela morte de uma mãe e sua filha durante um racha nos Estados Unidos. Anos depois do caso, o jovem voltou a chamar atenção nas redes sociais, onde milhares de pessoas passaram a defender sua libertação sob o argumento de que ele seria “bonito demais para estar preso”.
O acidente aconteceu em maio de 2018, na cidade de Tampa, na Flórida. Segundo as autoridades, Herrin participava de um racha com seu Ford Mustang e trafegava a mais de 160 km/h quando atingiu Jessica Reisinger-Raubenolt, de 24 anos, e sua filha, Lillia, de 21 meses.
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As vítimas atravessavam a rua com um carrinho de bebê no momento da colisão. Jessica morreu no local. A criança não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente. Após o atropelamento, Herrin permaneceu no local e foi preso. Posteriormente, ele se declarou culpado por homicídio no trânsito e por participação em racha.
Em 2021, a Justiça o condenou a 24 anos de prisão. A pena foi mantida após os recursos apresentados pela defesa.
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Depois da condenação, imagens do jovem passaram a circular amplamente nas redes sociais. A repercussão deu origem a uma mobilização online em favor de sua libertação.
Um abaixo-assinado criado na internet reuniu quase 29 mil assinaturas pedindo a redução ou revisão da pena. O movimento ganhou força principalmente entre mulheres jovens e levou autoridades de Tampa a esclarecerem repetidamente que não existiam planos para alterar a condenação imposta pela Justiça.



