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Reviravolta! Jogador do Flamengo revela fala de Bruno sobre Eliza Samudio antes da morte

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O caso envolvendo o ex-goleiro do Flamengo, Bruno, e o assassinato de sua ex-companheira, Eliza Samudio, é um tema que ainda desperta a curiosidade do público. Recentemente, o ex-capitão do time carioca, Léo Moura, relembrou episódios da época em que convivia com seu colega de equipe e revelou como normalmente era o humor do atleta. Em uma entrevista ao Pod Boa, o ex-jogador contou detalhes da convivência com Bruno e afirmou que o goleiro apresentava mudanças de comportamento.

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Segundo Léo Moura, Bruno poderia ser bastante brincalhão e receptivo em alguns momentos, mas também demonstrava irritação e preferência por ficar mais reservado em outras ocasiões. “O Bruno era meio bipolar. Um dia ele chegava te abraçando e brincando. Mas, no outro dia, não queria resenha”, relatou.

Apesar dessas mudanças de humor, Léo Moura afirmou que, no cotidiano do Flamengo, Bruno era considerado uma pessoa tranquila. “O dia a dia dele era muito sossegado. Era um cara super tranquilo”, disse o ex-capitão.

Durante as viagens do elenco do Flamengo em 2010, porém, Léo Moura afirma ter presenciado momentos em que o goleiro se mostrava bastante irritado ao telefone. Como Bruno costumava se sentar no último banco do ônibus, enquanto Léo Moura ficava no penúltimo, o ex-capitão conseguia ouvir parte das conversas.

De acordo com o relato, Bruno reclamava que uma mulher estava o perturbando e mencionava situações envolvendo a presença dela no saguão dos hotéis. Na época, Léo Moura disse que não sabia exatamente de quem o companheiro estava falando. Entre as frases que teria ouvido estavam “essa garota quer me perturbar” e “eu vou pegar ela”. Anos depois, as declarações ganharam outro significado diante do que veio a público sobre a relação entre Bruno e Eliza Samudio.

O ex-goleiro acabou preso e posteriormente condenado pela morte de Eliza, em um dos casos criminais de maior repercussão do futebol brasileiro. Léo Moura também recordou que, nos dias que antecederam a prisão de Bruno, o comportamento do jogador no Flamengo não havia levantado suspeitas entre os companheiros.

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Segundo ele, o goleiro mantinha uma rotina aparentemente normal no clube. Por isso, quando a notícia da prisão chegou ao elenco, a reação foi de surpresa. Para Léo Moura, a detenção do companheiro caiu como uma bomba entre os jogadores, especialmente porque, até então, Bruno seguia convivendo normalmente com o grupo.

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